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Entrada da casa de Lisboa |
Breve História Foi em 1921 que Maria Teresa Ledochowska enviou duas Irmãs a Portugal que sob a direcção do Reverendo Sr. Pe. Valério Cordeiro visitaram Lisboa e fizeram uma sessão na sala da Academia Naval, na qual compareceu um público escolhido da capital. Desta reunião resultou a fundação dum secretariado. E foi então que D. Manuela de Castro, filha dos Condes de Nova Goa, se ofereceu, com todo o seu entusiasmo juvenil, para o cargo de secretária, trabalho que ela cumpriu com muito zelo. Conseguiu assinantes para o então "Eco de África" editado em francês e logo de seguida conseguiu alguns Benfeitores. |
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D.
Manuela de Castro também mantinha correspondência com a Casa-Mãe de Roma.
Depois da sua morte prematura, substituiu-a a sua amiga D. Maria Carlota
Lobato Guerra. Foi ela que continuou ardorosamente o secretariado em
Portugal, o apoio às missões. D. Carlota e a sua irmã D. Virgínia e
às vezes a sua bondosa mãe, D. Maria da Glória muito trabalharam para esta
causa missionária. Em Setembro de 1922, após o falecimento de Maria Teresa Ledochowska foi eleita como Superiora Geral Madre Maria Falkenhayn. |
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Só em 1933 é que foi possível a realização do grande desejo de Maria
Teresa: a publicação do "Eco de África" em português. Foi o Reverendo
Sr. Pe. António de Santa Maria que colaborava nas traduções, correcções
e orientações da revista "Eco de África".
A impressão do "Eco" e o envio dos exemplares, assim como toda a correspondência para com os assinantes e para com os benfeitores era feita a partir de Roma. Mas depressa se aperceberam de que a situação não era viável. Foi então que a Madre Falkenhayn enviou para Portugal a fiel missionária externa, D. Joana Ganster, que tinha estado alguns anos no Brasil e tinha por conseguinte o português do Brasil. Foi graças ao seu zelo e acção que se deu então um crescente aumento de novos assinantes do "Eco de África". e da revista "Pretinho", então editada, que passou a chamar-se posteriormente "Juventude Africana Foi em 1933 que chegaram a Lisboa as associadas Joana Ganster e Isabel Kerker, que ficaram hospedadas em casa das Irmãs Doroteias até poderem vir as Irmãs, para comprarem uma casa para o Instituto. Estamos desde 1961 na actual casa sediada
na Rua Eduardo de Noronha, 51 - Lisboa.
Esta casa é um centro muito activo de
Animação Missionária. Passam anualmente muitos Sacerdotes e Bispos
provenientes das várias partes da Missão, onde nos contam o que fazem,
como vivem, e também nos pedem insistentemente ajuda para os seus
múltiplos trabalhos missionários.
O trabalho das Missionárias de S: Pedro
Claver é a Animação Missionária através da palavra e da escrita: através
das nossas publicações missionárias : "Eco das Missões" e "Almanaque de
S. Pedro Claver".
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